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Polícia Civil identifica os autores das ameaças de massacre em Colégio de Marília. Menores foram ouvidos e liberados.

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apesar das gravíssimas ameaças, os acusados foram ouvidos e liberados, alegando tudo não ter passado de brincadeira e tudo bem.

por REDAÇÃO O MARILIENSE

Polícia Civil identifica os autores das ameaças de massacre em Colégio de Marília

A Polícia Civil de Marília cumpriu dois mandados de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (7), relacionados à ameaça de massacre ao Colégio Esquema Único, feita por um perfil anônimo nas redes sociais.

De acordo com a polícia, o trabalho de investigação conseguiu identificar dois adolescentes que foram os responsáveis pela criação do conteúdo ameaçador na internet, que segundo o apurado, teria sido realizado apenas como uma “forma de brincadeira”.

Os dois envolvidos prestaram depoimento e foram liberados aos pais mediante a assinatura de um Termo de Compromisso de apresentação feita ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP).

Foram apreendidos notebooks e celulares dos jovens, que foram utilizados para fazer as intimidações contra uma professora e contra o Colégio.

Ainda segundo a Polícia, não foram encontradas nas residências dos dois armas ou outros objetos que pudessem dar credibilidade às ameaças feitas.

Os equipamentos apreendidos serão analisados e as investigações vão continuar, para que a Polícia possa obter novas provas e eventualmente, identificar outros possíveis envolvidos no caso.

Entenda o caso
De acordo com uma publicação na rede social do colégio Esquema Único, o local recebeu ameaças de uma pessoa sem identificação, que postou na internet a intenção de realizar um “massacre” na instituição, com a ajuda de mais duas pessoas.

Como justificativa, o suspeito teria dito que o ataque aconteceria como forma de vingança após ter sofrido bullying há três anos atrás, época em que estudou no Colégio. Ele ainda teria citado um número específico de alunos que estavam correndo risco de serem mortos por ele, além de não ter divulgado a data do suposto massacre.

O colégio se posicionou, por meio das redes sociais, afirmando ter realizado um Boletim de Ocorrência junto à Polícia Civil, acionando também a Polícia Científica e a Polícia Militar.

A instituição de ensino ainda teria “tomado todas as medidas possíveis” para aumentar a segurança do local, bem como dos alunos e funcionários.

As ameaças ao Colégio de Marília aconteceu na última quarta-feira (5), mesmo dia em que uma creche, em Blumenau-SC, foi invadida por um criminoso que assassinou quatro crianças e deixou mais quatro feridas.

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